terça-feira, 4 de agosto de 2009



Psicologia Organizacional

O psicólogo organizacional esta preocupado em estudar e atuar como facilitador das relações entre pessoas e organizações, contribuindo para o desenvolvimento de ambas. Para tanto, intervém nos processos de trabalho, na cultura organizacional, nos intercambios comunicativos e muitos outros elementos da realidade institucional.



Psicologia Social


Estuda a influência e os processos cognitivos gerados pela interação social, ou seja, das conseqüências psicológicas e sociais advindas do ser humano viver em sociedade. Sobre determinado ponto de vista, poderíamos considerar toda Psicologia como sendo Psicologia Social, afinal todos somos humanos que vivem em sociedade. Mas a Psicologia Social guarda especificidades que a asseguram como campo autônomo da Psicologia, a saber, a ênfase na investigação da reciprocidade individuo x sociedade.




Psicologia Escolar




Basicamente o Psicólogo Escolar age como um facilitador do processo ensino-aprendizagem, atuando junto a direção e coordenação da escola, professores, funcionários, estudantes e pais. Apesar de muitos ainda confudirem, a Psicologia Escolar não é Psicologia Clínica ou Psicopedagogia dentro da Escola. A atuação do Psicólogo escolar é mais macro, e visa trabalhar a instituição como um todo, sempre dentro de uma perpectiva crítica.



Psicologia clínica


A Psicologia Clínica estuda maneiras de lidar com os problemas humanos. Entenda-se por “problemas humanos” aqueles originados do individuo enquanto um ser social – seus métodos podem incentivar o aparecimento ou aperfeiçoamento das capacidades de relacionamento e ajustamento intra e interpessoal, de aprendizagem e leitura do mundo e da realidade das pessoas. A Psicologia Clinica também é adequada ao tratamento de problemas mais complicados como as psicopatologias e os psicossomáticos (que são doenças/sintomas orgânicos com causas psicológicas).

segunda-feira, 3 de agosto de 2009




Psicologia do Esporte



A Psicologia do Esporte estuda os fatores emocionais (ansiedade, concentração, motivação e desenvolvimento interpessoal) que afetam a performance dos atletas e os efeitos do esporte para o bem-estar psicológico dos indivíduos. Nesse tipo de trabalho o psicólogo trabalha muito com todos os outros envolvidos na qualidade de rendimento que o atleta possa oferecer, é altamente multidisciplinar envolvendo médicos, fisioterapeutas, técnicos, pesquisadores. Claro que a priori o objetivo é fazer com que o atleta de a melhor resposta possível no campo, piscina ou quadra. Seu corpo e mente em equilíbrio trabalhando em comunhão para alta performance. Portanto, um atleta completo não é só um homem em seu perfeito estado físico, como ser humano ele é um conjunto de corpo e mente. Por essas e por outras, o atleta vive na fronteira do desequilíbrio emocional. O trabalho do psicólogo é fazer com que o atleta busque o equilíbrio, tanto físico quanto mental. Os resultados são muitos, como aumento da concentração durante jogos, diminuição do estresse, automatização de cuidados básicos, velocidade de raciocínio para melhores respostas durante o jogo, entre outras.Por fim, a psicologia do esporte é uma área da psicologia que visa promover a saúde, a comunicação, as relações interpessoais, a liderança e a melhora do desempenho esportivo.



domingo, 2 de agosto de 2009



Alzheimer

Alzheimer é o nome de um médico alemão, Alois Alzheimer (1864-1915), que em 1906, ao fazer uma autópsia, descobriu no cérebro do morto, lesões que ninguém nunca tinha visto antes. Tratava-se de um problema de dentro dos neurônios (as células cerebrais), os quais apareciam atrofiados em vários lugares do cérebro, e cheios de placas estranhas e fibras retorcidas, enroscadas umas nas outras. Desde então, esse tipo de degeneração nos neurônios ficou conhecido como Placas Senis, característica fundamental da Doença de Alzheimer. A Doença de Alzheimer é uma doença do cérebro que afeta inicialmente a memória, o raciocínio e a comunicação das pessoas. Esta doença é a causa mais comum de demência, um termo geral para prejuízo progressivo da função mental. A demência era, antigamente, conhecida como "senilidade" e considerada um sinal normal e inexorável do envelhecimento. Hoje sabemos que Alzheimer e outras formas de demência não fazem parte de um envelhecimento normal (senescência). O paciente com Doença de Alzheimer confunde facilmente a realidade e, para ele, não é claro a diferença entre o presente do passado, assim como não é claro a diferença entre esse ou aquele filho ou parente. Essa alteração da consciência é que chamamos de alteração cognitiva.A confusão que ele faz entre as pessoas da família pode ser muito frustrante, acostumados que estamos a sermos bem identificados por todos. Cada situação merece ser tratada diferentemente. Devemos decidir se o assunto em questão é importante, se é importante que o paciente saiba realmente quem é essa pessoa ou não. Às vezes podemos deixar as coisas como estão, outras vezes devemos lembrar a identidade da pessoa confundida.De vez em quando a personalidade do paciente com Doença de Alzheimer sofre mudanças.
As mudanças mais comuns são a depressão, a regressão, apatia, irritabilidade, desconfiança e impaciência. Também podem ocorrer alucinações (ver coisas que não existem) e ilusões (crenças irracionais), mais freqüentemente no início da noite e outros sintomas.

Tricotilomania
(Transtornos dos Hábitos e Impulsos)

Transtorno caracterizado por uma perda visível dos cabelos, causada por uma impossibilidade repetida de resistir ao impulso de se arrancar os cabelos. O arrancamento dos cabelos é precedido em geral de uma sensação crescente de tensão (sensação de alívio ou de gratificação). Portanto, não poderá ser feito este diagnóstico quando o sujeito apresenta uma infecção inflamatória pré-existente do couro cabeludo, ou quando ele prática o arrancamento dos cabelos em resposta a delírios ou a alucinações.